14.1.12

“Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus”, vídeo ultrapassa 9 milhões de acessos


O jovem evangelista Jefferson Bethke, membro da igreja  Mars Hill Church em St. Auburn, Washington, diz que tem no coração “o desejo de levar o Evangelho de Jesus Cristo para mudar vidas”.
Dia 10 de janeiro ele publicou no YouTube um vídeo intitulado “Why I Hate Religion, But Love Jesus” [Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus]. Com uma produção simples, da CIK Productions  e dirigido por Matthew Robertson, que já produziu vários grupos cristãos de hip-hop.
O rapaz, em frente a uma câmara declama sua poesia em forma de versos rimados que procura mostrar a diferença entre Jesus e a religião.
Para sua surpresa, ele se tornou vídeo mais assistido do ano no Youtube, com mais de seis milhões de acessos. Com toda essa repercussão, acabou gerando centenas de comentários sobre o verdadeiro significado da fé e se tornou matéria de vários sites cristãos e ateus.
A maioria dos críticos diz que Bethke usa de falsos argumentos, pois diz não gostar de religião mas defende o cristianismo (que é uma religião) e de tentar desacreditar a igreja, criticando-a.
Foram mais de 70 mil comentários no seu canal do Youtube. Ele esclarece que procurou apenas expor a hipocrisia e legalismo de muitas igrejas.  Mesmo assim, foi bombardeado de perguntas de outros cristãos sobre as suas motivações.
Acabou escrevendo em seu Facebook um desabafo: “Se você estiver usando o meu vídeo para detonar com a ‘igreja’, tenha cuidado. Eu nunca tive a intenção de fazer isso”.
Gospel Prime apresenta em primeira mão a versão legendada para que cada um tire suas próprias conclusões:
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12.1.12

É lícito para um cristão assistir ou até mesmo participar do Big Brother Brasil?


A vida dentro do confinamento desperta brigas, imoralidades, confusões e outras situações condenadas pela Bíblia

Estreou nesta terça-feira, 10, a 12º edição do reality show Big Brother Brasil, um grande sucesso da TV brasileira que eleva o ibope da Rede Globo ao mostrar como os 16 participantes desconhecidos conseguem sobreviver à provas, isolamento e convivência com pessoas diferentes.

Acontece que nesta edição o BBB convidou duas participantes que se declaram evangélicas, um cristão pode participar de um programa que incentiva disputas e imoralidade? Como um evangélico deve se comportar ao aceitar participar de um reality show?

Para o pastor Armando Taranto Neto “um cristão não deveria participar de um ‘Reality Show’, pois um crente fiel não se encaixaria na vida de simulação e malignidade que são comuns nesse tipo de programa”. O líder da Igreja Assembleia de Deus em Itajaí, Santa Catarina, explica que esses programas é uma simulação do real que induz as pessoas a praticarem o que não é certo diante de Deus.

“Os ‘Reality Show’ procuram induzir, não só os participantes, mas também espectadores, ao mundo da simulação, da ilusão; tudo em nome de uma disputa, um embate, um vale tudo de imoralidades, mentiras, fofocas, adultérios, erotismos, prostituições, invejas, porfias, etc”, disse ele.

Já o pastor Ariovaldo Carlos Junior, do Manifesto Missões Urbanas em Uberlândia, diz que um cristão só poderia participar desses programas se fosse com a intenção de ser diferente dos demais participantes.
“Eu participaria de um BBB, mas ou iria pra fazer diferente ou então nem perderia meu tempo. O que dá desânimo em assistir mais uma edição é saber que as pessoas são previsíveis demais”, disse ele que acredita que as jovens Jakeline e Kelly irão decepcionar os evangélicos.

“Elas vão nos decepcionar. Até queria pensar que será diferente, mas provavelmente não será”, sentencia o pastor que lamenta o fato de verdadeiros cristão não serem convidados para participarem desses programas.

Assistir ou não assistir?

De fato o programa alcança números altos de Ibope, mas o evangélico pode assistir esse tipo de programa?  Os pastores acreditam que não é lícito ser espectador de programas como esses, onde as pessoas são levadas a cometerem diversos erros morais.

O pastor assembleiano pontua que um BBB (e/ou Fazendeiro) precisa ser: alguém de dupla personalidade, mentiroso, alguém que pratica a prostituição e ganancioso, atitudes condenadas pela Bíblia, mas se apesar de saber disso o cristão ainda tiver o desejo de assistir ou participar de um programa como esses ele estará enquadrado no que diz em Isaias 5:18-25.

“Amado irmão, não troque o ‘Evangelho Real’ pela abominação ‘Irreality’, ainda que seja um ‘Show’”,aconselha Armando Tarando Neto.

Ariovaldo chama atenção para o desejo da emissora, no caso a Rede Globo, de chamar a atenção dos evangélicos colocando participantes que se declaram como crentes. “O que tá pegando é a Globo recrutando evangélicos nominais pra atrair a simpatia do mercado Gospel. E os crentes cairão como patinhos”, disse.




Fonte:Gospel Prime 

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11.1.12

Um soldado cristão pode matar durante uma guerra? O que a Bíblia fala sobre isso?



Pastores comentam o que a Bíblia fala sobre o assassinato em um serviço militar

O atirador reformado Chris Kyle ficou conhecido no Exército americano por ter matado 255 pessoas no Iraque se tornando o atirador mais letal da história da corporação. Mas apesar de parecer uma coisa ruim o soldado não se arrepende e diz está com a consciência tranquila diante de Deus.

“Era meu dever. Não me arrependo”, escreve Kyle que comentou que adorava o que fazia. O atirador esteve quatro vezes em missão no Iraque e escreveu um livro contando sobre isso, o “American Sniper” (“Atirador de elite americano”, em uma tradução livre e literal)  que está sendo lançado pela editora HarperCollins.
“Meus tiros salvaram vários americanos cujas vidas claramente valiam mais que o daquela mulher de alma distorcida,” disse ele.

O Gospel Prime conversou com pastores para saber o que a Bíblia fala a respeito do serviço militar, já que em uma de suas falas Kyle diz que “Deus soprou” uma bala que matou um homem que estava a 2.100 metros de distância dele.

Para o pastor Jarbas Aragão da Igreja Batista a Bíblia é clara ao condenar o homicídio. “Um dos 10 mandamentos é ‘não matarás’, que seguidamente é interpretado pelos estudiosos como ‘não assassinarás’, ou seja, matar sem motivo ou por maldade”, diz ele.

Mas a respeito do serviço militar Jarbas diz que as Escrituras se referem a Deus como “Senhor dos Exércitos” e narra muitas batalhas. E não é só isso: “No Novo Testamento, Jesus encontrou com soldados romanos que estavam cumprindo ordens e não os censurou por matar, disse apenas que deveriam se contentar com seu salário e não se corromper (Lc 3:14). Em Mateus 8:5-10 e Atos 10 lemos sobre a fé de soldados que não foram recriminados por Jesus por terem matado ninguém”.

O pastor Zwinglio Rodrigues também apoia o trabalho militar, desde que usado de acordo com a Lei. “Visto que Deus deu ao Estado o direito de vida ou morte sobre o cidadão com vistas à manutenção da ordem social [Rm 13:1-5], eu entendo ser legítima a ação policial que venha redundar na morte de malfeitores”, opina.

Jesus o Príncipe da Paz

Apesar de não ter como afirmar biblicamente que soldados podem “cumprir” seu dever de tirar a vida de alguém, o pastor batista explica que a questão passa a ser mais moral que teológica. “Se um policial ou soldado pode matar em serviço? Pode. Um policial ou soldado deve matar em serviço? Depende. Se for para proteger a sua vida é compreensível. Mas se é por abuso de autoridade ou simples prazer, a motivação é equivocada e pecaminosa”, explica.

Jarbas tem uma opinião pessoal a respeito do assunto que é a seguinte: um cristão não deve sequer ter portes de arma ou servir ao exército. Mas ele como pastor já acompanhou policiais civis e militares que davam bom testemunho cristão, mesmo já tendo matado outras pessoas para proteger a sociedade do mal.

O pastor da Igreja Batista Viva vai além e comenta sobre a questão de matar apenas em legítima defesa. “A morte de um infrator em confronto com os representantes do Estado só pode ser admitida no caso de legítima defesa. A parte disso, o fato consumado ganha contornos de infração da Lei visto que até os bandidos tem direitos previstos na legislação brasileira”, diz Rodrigues.

Para quem trabalha como soldado ou policial o pastor Jarbas Aragão tem um conselho: “acredito que aqueles cristãos que se alistam no exército ou desejam entrar para a polícia reflitam e orem sobre sua decisão, sabendo que matar pode fazer parte de suas atividades”.

Zwinglio também fala sobre os cristãos que trabalham como policiais dizendo que essas pessoas precisam ser controladas pelo Espírito Santo. “Entendo que é imprescindível que esta pessoa investida de autoridade tenha o seu temperamento controlado pelo Espírito Santo, pois sua missão final é sempre fazer o bem e nunca extrapolar limites que caracterizem seu ato como um mal”.



Fonte:Gospel Prime 

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18.12.11

Quando é que Jesus nasceu?




“Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor.”(Lucas 2:11)

Historicamente falando há grandes controvérsias sobre o dia preciso em que Jesus nasceu. Alguns estudiosos afirmam que foi entre os meses de setembro ou outubro, outros arriscam até mesmo o mês de abril, quando havia pastores nos campos. Dizem eles que em dezembro já era inverno e por isso os pastores não estariam por ali.

Na verdade o fato de comemorarmos ou não o Natal no dia exato não importa tanto quanto saber se o fazemos pelas razões corretas.

Muitos não compreendem mais o sentido do Natal. Celebrar a chegada do Salvador que desceu dos céus para nos salvar deixou há muito tempo, de ser a razão do Natal para a maioria das pessoas.

Jesus foi substituído, para muitos, pelo velhinho de barba branca que leva os papais, as mamães, as vovós, os namorados e toda uma multidão de compradores às lojas. Afinal, ninguém quer ficar sem receber o seu presente de Natal.

Nada contra presentes, mas o maior presente do Natal não veio embalado numa bela caixa com laço. Ele repousou numa manjedoura, numa estrebaria simples, numa pequena cidade. 

As vozes mais belas que já se ouviram não são as do coral cantando músicas na praça, mas da multidão de anjos que não puderam se conter e se manifestaram aos pastores anunciando a chegada do Bom Pastor. 

Hoje temos pequenas estrelas a enfeitar as lojas e as árvores, mas aquele Natal teve uma linda e brilhante estrela que doou todo o seu brilho para guiar viajantes de terras distantes que queriam conhecer a Luz do Mundo.

Naquele dia os sinais não foram percebidos por muitos, apenas por alguns. Hoje ainda é assim, a luz de Jesus continua a brilhar, mas o sinal não é percebido por muitos, apenas por aqueles que buscam encontrar o Caminho, a Verdade e a Vida.

Mais importante que luzes piscando, belos presentes ou a deliciosa ceia é saber que o Natal só tem sentido se Jesus tiver nascido no seu coração. No meu Ele nasceu há alguns anos atrás e, desde então, o Natal tem outro significado, a vida tem outro sentido e outro sabor.

Deixe Jesus nascer no seu coração e tenha o mais feliz Natal!

“Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” (Isaias 9:6)

Stela Herrera

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3.12.11

Evangélicos transformam hits da música secular em canções evangélicas


Não é de hoje que sucessos da música secular ganham versões evangélicas e viram hits em cultos e festas dentro das igrejas. Na internet encontramos diversas paródias que trazem palavras do vocabulário evangélico em cima de músicas populares.
Entre as canções parodiadas encontramos o sucesso de Adriano Gospel Funk “Dízimo e Ofertas” uma paródia da música “Ritmo de Festa” cantada no programa de Silvio Santos. O vídeo postado em julho deste ano foi visto mais de 52.000 vezes e recebeu muitos votos contrários.
Outro vídeo de paródia que recebeu muitas visitas foi o MC Céu, um garoto dançando a versão gospel da música “Créu”, sucesso em 2008. O vídeo visto mais de um milhão de vezes traz no final a mensagem de que “Jesus é a única alternativa” para ir pro céu.
Essa semana chegou ao conhecimento de vários blogs de humor evangélico outra paródia, dessa vez com um sucesso mais recente, a música “Ai Se Eu Te Pego” do cantor Michel Teló foi adaptada por dois jovens evangélicos e virou “Assim eu prego”.
Para o pastor Armando Taranto Neto, da Assembleia de Deus em Itajaí, para uma música ser cantada na igreja precisa ser questionado uma série de aspectos como: Quem é o autor? Quais são suas convicções de valores? Qual é a fonte inspiradora da música? E da melodia? Em que circunstâncias foi a música criada? Está a letra de acordo com a sã Doutrina Bíblica?
Mas não é só isso, em sua opinião “tomar uma música popular de sucesso, seja de qual ritmo for, trocar a letra da mesma por refrões e rimas sem nexo, dando uma roupagem forçada de gospel, evangélica ou algo que o valha, e achar que Deus está neste negócio é no mínimo uma ‘Piada’”.
O pastor também afirma que, só o fato de trocar a letra da música não a transforma em sacra, muito pelo contrário, em sua visão a melodia também é importante, pois é ela que transmite o espírito. “A música não é só a letra, mas o “espírito” que ela carrega, entenda-se “espírito” como a intenção subliminar, das entrelinhas, oculta. Ainda que se troque a letra a melodia está lá.”
Histórias antigas
De fato a internet tem feito com que essas músicas sejam divulgadas com maior rapidez e cheguem ao maior número de pessoas. Mas engana-se quem pensa que as paródias evangélicas são coisas recentes, pois no final da década de 90 o cantor Cesarel gravou um de disco com canções que eram sucessos nos bailes funks cariocas com letras evangélicas, como é o caso do Rap do Pastor.
Em uma gravação sem data encontramos uma reportagem do Jornal Nacional que mostrava um culto da Igreja Universal do Reino de Deus onde o pastor pedia para que os fiéis levassem suas ofertas ao som da música “Ilariê” da Xuxa, com as palavras:  “Tá na hora, tá na hora/ Tá na hora de ofertar/Traz aqui sua moeda, /pra Jesus te abençoar!”.
Veja os vídeos com paródias:
Dízimo e Oferta (Ritmo de Festa):
Céu (Créu):
Assim eu prego – (Ai se eu te pego):
Mas para quem gosta de parodiar músicas seculares o pastor Armando Taranto Neto manda um recado: “Querido irmão, não troque o sagrado pelo profano, ainda que seja “engraçado”. Deus não opera na esfera do “engraçado”, do deboche, da ironia, mas na manifestação de sua Graça em nos presentear com seu Filho Jesus Cristo, autor e consumador de nossa salvação”.

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